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	<title>Arquivos Tecnologia aos Bancos - Target Advisor: Assessoria Financeira Fazendo Negócios</title>
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	<description>Grandes o bastante para fecharmos negócios bilionários. Pequenos o suficiente para nos importarmos com você.</description>
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		<title>Bancos brasileiros correm para enfrentar empresas de tecnologia em serviços financeiros</title>
		<link>https://targetadvisor.com.br/bancos-brasileiros-correm-para-enfrentar-empresas-de-tecnologia-em-servicos-financeiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dоuglas Carvalho Jr.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2016 16:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fianças e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Fintechs]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>SÃO PAULO, &#8211; Os grandes bancos brasileiros estão se apressando a desenvolver inovações internamente para enfrentar a rápida multiplicação de empresas de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignleft size-thumbnail wp-image-7148" src="https://targetadvisor.com.br/wp-content/uploads/2016/01/fintech1-150x69.png" alt="" width="150" height="69" />SÃO PAULO, &#8211; <strong>Os grandes bancos brasileiros estão se apressando a desenvolver inovações internamente para enfrentar</strong> a rápida multiplicação de <strong>empresas de tecnologia que prestam serviços financeiros, as chamadas fintechs.</strong></p>
<p>Na esteira de um movimento global dessas empresas, <strong>Banco do Brasil, Bradesco e Itaú Unibanco preferiram não assistir passivamente</strong> à entrada dessas companhias em nichos valiosos do mercado brasileiro e já estão testando soluções criadas em seus próprios laboratórios.</p>
<p><strong>O Banco do Brasil criou uma diretoria de negócios digitais</strong>, responsável por colher, desenvolver e premiar ideias de empregados para novos serviços com uso de tecnologia. O <strong>Bradesco está em fase avançada de testes</strong> para dois projetos concebidos dentro de seu programa InovaBra. E <strong>o Itaú Unibanco montou um espaço para startups</strong> em parceria com o fundo de capital empreendedor da Redpoint, o Cubo.</p>
<p>Em apresentações recentes a investidores, Bradesco e BB tomaram a maior parte do tempo normalmente usado para apresentar suas inovações tecnológicas para mostrar suas iniciativas para desenvolver ou cooptar fintechs.</p>
<p><strong>Apesar do Itaú não ver as fintechs como ameaça</strong>, a superintendente de Gestão de Tecnologia da Informação do Itaú Unibanco, Erica Jannini, afirma que os bancos ainda não têm clareza sobre qual o melhor modelo para lidar com elas.</p>
<p>&#8220;Reproduzir em escala a experiência positiva que os clientes têm com as fintechs não é a resposta de 1 bilhão de dólares&#8221;, resume Erica.</p>
<p><strong>Por ora, um dos foco dos bancos no Brasil tem sido as ferramentas de renegociação online de dívidas.</strong> O serviço do BB criado para esse fim já movimentou cerca de 2 bilhões de reais em pouco mais de um ano. O Bradesco está em fase avançada de testes para um produto parecido.</p>
<p>&#8220;<strong>Uma vantagem desse sistema não é evitar o constrangimento do cliente ter que ir até a agência (para renegociar dívida)</strong>. Ele faz isso sozinho&#8221;, disse o vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos do Banco do Brasil, Walter Malieni Júnior.</p>
<p>O interesse maior em ferramentas como renegociação faz sentido. A<strong>lgumas das fintechs que estão ganhando terreno mais rápido, como a Geru e a Lendico,</strong> se concentram na oferta de crédito pessoal com juros mais baixos do que os do setor bancário. A Lendico afirma que pratica taxas de juro entre 2,79 e 5,26 por cento ao mês (algo entre 39 e 85 por cento ao ano), enquanto na Geru as taxas são de 25 a 80 por cento ano.</p>
<p>&#8220;Boa parte dos que nos procuram querem empréstimo para pagar cartão de crédito e cheque especial de bancos de varejo&#8221;, disse Sandro Reiss, um dos quatro sócios-fundadores da fintech Geru, lançada no ano passado.</p>
<p>Num momento em que o spread bancário &#8212;<strong>a diferença entre a taxa paga pelos bancos para captar recursos e a cobrada de clientes</strong>&#8212; beira o pico em duas décadas, ofertas de taxas que chegam a ser a metade das praticadas no mercado têm sido um canto da sereia para pessoas com alto endividamento.</p>
<p>Mas se <strong>os bancos têm os próprios canais de refinanciamento, com taxas menores, por que as pessoas procurariam as fintechs?</strong></p>
<p>&#8220;Não não é só juro, tem também a agilidade&#8221;, diz Marcelo Ciampolini, presidente da Lendico, portal também concentrado em empréstimo pessoal. Criado na Alemanha, esta fintech começou a operar no Brasil em julho passado.</p>
<p>Segundo Ciampolini, o uso intenso de modelos matemáticos para seleção dos clientes, permite às fintechs pinçarem os tomadores menos arriscados, o que explica os juros mais baixos. Segundo Ciampolini, em 400 operações, apenas duas tiveram atrasos acima de 90 dias.</p>
<p><strong>Tarifas menores ou inexistentes são outro atrativo. O brasileiro Nubank, por exemplo, oferece cartão de crédito sem tarifa, em parceria com a MasterCard. A plataforma já recebeu 1,6 milhão de pedidos e tem uma lista de espera de 300 mil pessoas.</strong></p>
<p>&#8220;Os bancos subindo tarifas e taxas estão sendo uma oportunidade pra gente&#8221;, disse David Vélez, presidente-executivo e um dos sócios do Nubank, que tem empréstimo rotativo que cobra juro de 7,75 por cento ao mês.</p>
<p><strong>INVESTIMENTOS</strong></p>
<p>Segundo levantamento da consultoria CB Insights, <strong>bancos internacionais têm gradativamente investido eles mesmos no capital dessas startups financeiras.</strong> Bank of America, Citi, Goldman Sachs, JPMorgan Chase, Morgan Stanley e Wells Fargo fizeram investimentos estratégicos em 30 fintechs desde 2009.</p>
<p>Seguem o exemplo de <strong>grandes fundos de private equity globais, que vêm investindo volumes cada vez mais robustos nessas companhias.</strong> Segundo um levantamento da Accenture, o volume captado globalmente para aplicar no setor triplicou entre 2013 e 2014, para 12,2 bilhões de dólares.</p>
<p><strong>Das fintechs citadas nessa matéria, o Nubank concluiu neste mês a terceira rodada de captação de investimentos, de 208 milhões de dólares,</strong> incluindo recursos dos fundos Sequoia, Tiger Global e Kaszek Ventures. A Lendico recebeu 20 milhões de euros da Rocket Internet. A Geru ainda não tem investidor financeiro.</p>
<p>Para operar no Brasil, as fintechs trabalham como uma espécie de correspondente de uma instituição financeira autorizada a operar pelo Banco Central. O Geru tem parceria com o AndBank, que no passado operou no país sob o nome LemonBank. A Lendico opera com o BMG.</p>
<p><strong>O BC já emitiu quatro circulares e uma resolução</strong> após a Lei 12.865, de 2013, o marco regulatório dos arranjos e das instituições de pagamento. A expectativa de especialistas do setor não é de que o crescimento das fintechs vai trazer apertos maiores na regulação do setor no país.</p>
<p>&#8220;Quando começar a incomodar de verdade, vai ter pressão por regulação maior&#8221;, diz Ciampolini, da Lendico.</p>
<p><cite><a title=" DCI " href="https://www.dci.com.br/financas/bancos-brasileiros-correm-para-enfrentar-empresas-de-tecnologia-em-servicos-financeiros-id522626.html " target="_blank" rel="nofollow">Site DCI </a></cite></p>
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