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	<title>Arquivos Países Emergentes - Target Advisor: Assessoria Financeira Fazendo Negócios</title>
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	<description>Grandes o bastante para fecharmos negócios bilionários. Pequenos o suficiente para nos importarmos com você.</description>
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		<title>Brasil e China são deixados de fora de boom global de fusões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dоuglas Carvalho Jr.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2015 19:56:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Fusões e Aquisições]]></category>
		<category><![CDATA[Países Emergentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São Paulo &#8211; Em um ano de potencialmente recorde global de realização de negócios, os executivos estão esnobando a compra de empresas...</p>
<p>O post <a href="https://targetadvisor.com.br/brasil-e-china-sao-deixados-de-fora-de-boom-global-de-fusoes/">Brasil e China são deixados de fora de boom global de fusões</a> apareceu primeiro em <a href="https://targetadvisor.com.br">Target Advisor: Assessoria Financeira Fazendo Negócios</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo &#8211; <strong>Em um ano de potencialmente recorde global de realização de negócios, os executivos estão esnobando a compra de empresas da</strong> <a href="https://www.exame.com.br/topicos/china"><strong>China</strong></a>, <strong>do Brasil e de outros mercados emergentes.</strong></p>
<p>As culpadas são as incertezas geopolíticas, a volatilidade do mercado e do câmbio e a queda dos preços das commodities.</p>
<p><strong>Os negócios para a compra de empresas nos mercados emergentes caminham para o nível mais baixo desde 2009</strong> &#8212; em um momento em que o montante em dólar das transações globais, neste ano, está prestes a superar os US$ 4,2 trilhões alcançados em 2007, segundo dados compilados pela Bloomberg.</p>
<p>“As pessoas estão realmente preocupadas com a instabilidade nos mercados emergentes e voltando seus olhos às economias consolidadas”, disse David Avery-Gee, sócio corporativo do escritório de advocacia Linklaters, em Londres.</p>
<p>“<strong>Pela primeira vez em muitos anos, as empresas ocidentais estão pensando duas vezes antes de se expandirem para os mercados emergentes por meio de fusões e aquisições</strong>”.</p>
<p>Após darem um salto no ano passado, as aquisições nos países em desenvolvimento estão em baixa de quase 10 % em 2015, segundo os dados.</p>
<p>Como contraste, mais de 70 % dos US$ 3,5 trilhões em negócios anunciados neste ano envolvem um comprador ou um alvo com sede na América do Norte, na Europa Ocidental e nas economias desenvolvidas da Ásia, mostram os dados, um aumento de 34 % em relação ao ano passado.</p>
<p><strong>Perspectivas de crescimento</strong></p>
<p>No Brasil, onde os economistas preveem que a crise econômica se transformará na recessão mais longa do país desde a Grande Depressão, os negócios de entrada estão em baixa de 27 % na comparação ano a ano.</p>
<p>Além disso, houve apenas uma oferta pública inicial no país, que levantou apenas US$ 229 milhões, o que contrasta com 2013, quando as empresas captaram mais de US$ 8 bilhões.</p>
<p>Os temores em relação à desaceleração na China sufocaram o interesse dos compradores no país. As aquisições provenientes de países desenvolvidos ficaram 17 % mais baixas, em US$ 9,8 bilhões, mostram dados da Bloomberg.</p>
<p>Um total avaliado em cerca de US$ 1,76 bilhão em IPOs foi cancelado ou adiado, mais do que o dobro do número do ano passado.</p>
<p>“As empresas que investem na China estão sendo desafiadas pelos acionistas preocupados com as perspectivas de crescimento do país”, disse Sophie Javary, chefe de finança corporativa para Europa, Oriente Médio e África no BNP Paribas.</p>
<p>Os negócios concretizados nos mercados emergentes são, algumas vezes, impulsionados por taxas cambiais favoráveis que se traduzem em um preço de compra mais baixo.</p>
<p>Em março, a British American Tobacco apresentou oferta de cerca de US$ 3,5 bilhões pela participação que ainda não possui na Souza Cruz, a maior fabricante de cigarros do Brasil, tirando vantagem da desvalorização do real para se expandir na América Latina.</p>
<p>E algumas empresas ainda estão dispostas a assumir o risco em economias menos estáveis, conforme mostrado pela aquisição de US$ 107 bilhões da cervejaria SABMiller pela Anheuser-Busch InBev. A cervejaria belga poderia tirar proveito do acesso aos mercados emergentes na América Latina e na África, onde seu alvo obtém cerca de 80 % de sua receita.</p>
<p><strong>Olhando para fora</strong></p>
<p>Enquanto isso, algumas empresas com sede em mercados emergentes não estão paradas esperando comprador. Elas estão começando a procurar fora para expandir-se em economias mais estáveis e desenvolvidas.</p>
<p>A estatal China National Chemical está negociando a compra da fabricante de pesticidas suíça Syngenta, disseram fontes informadas sobre o assunto na semana passada. Se o negócio for adiante, será a maior aquisição chinesa da história &#8212; e dará ao país uma posição importante na indústria agrícola global.</p>
<p>Em março, a Hutchison Whampoa de Li Ka-shing fechou acordo para aquisição da O2, uma unidade da Telefónica, criando a maior operadora de telefonia celular da britânica em número de clientes, um marco nos esforços do bilionário para reconstrução do conglomerado de Hong Kong.</p>
<p>“As empresas chinesas estão sendo particularmente agressivas na compra de ativos europeus com presença na China”, disse Javary, citando negócios como a aquisição de uma participação na fabricante de pneus italiana Pirelli pela ChemChina por 7,1 bilhões de euros (US$ 7,6 bilhões).</p>
<p><cite><a href="https://exame.abril.com.br/economia/noticias/brasil-e-china-sao-deixados-de-fora-de-boom-global-de-fusoes "target="_blank" rel="nofollow" title=" Exame ">Site Exame.com  </a></cite></p>
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