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	<title>Arquivos México - Target Advisor: Assessoria Financeira Fazendo Negócios</title>
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	<description>Grandes o bastante para fecharmos negócios bilionários. Pequenos o suficiente para nos importarmos com você.</description>
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		<title>Graças ao México, fusões e aquisições devem crescer na AL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dоuglas Carvalho Jr.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2016 20:50:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Fusões e Aquisições]]></category>
		<category><![CDATA[México]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São Paulo &#8211; Mesmo com a desaceleração econômica no Brasil, o número de fusões e aquisições na América Latina deve crescer ao...</p>
<p>O post <a href="https://targetadvisor.com.br/gracas-ao-mexico-fusoes-e-aquisicoes-devem-crescer-na-al/">Graças ao México, fusões e aquisições devem crescer na AL</a> apareceu primeiro em <a href="https://targetadvisor.com.br">Target Advisor: Assessoria Financeira Fazendo Negócios</a>.</p>
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<p>São Paulo &#8211; Mesmo com a <strong>desaceleração econômica no Brasil</strong>, o número de <a href="https://www.exame.com.br/topicos/fusoes-e-aquisicoes"><strong>fusões e aquisições</strong></a> na <a href="https://www.exame.com.br/topicos/america-latina"><strong>América Latina</strong></a> deve crescer ao longo do segundo trimestre, segundo levantamento da empresa de tecnologia Intralinks.</p>
<p><strong>Os acordos devem ser impulsionados pelo crescimento do</strong> <a href="https://www.exame.com.br/topicos/mexico"><strong>México</strong></a>, pela esperada recuperação de toda a região no longo prazo e pela ascensão da classe média local.</p>
<p>“<strong>Os negociadores terão de rejeitar o cenário de curto prazo e assumir uma visão de longo prazo</strong>. Isso se aplica ao caso do Brasil, que permanece em turbulência com as crises econômica e política, mas vê investidores internacionais comprarem ativos a preços mais baixos, devido à forte desvalorização do real em relação ao dólar”, comenta Cláudio Yamashita, diretor geral da empresa no Brasil, em nota.</p>
<p>As transações em estágio inicial registradas na AL no último semestre do ano passado, porém, cresceram em ritmo muito menor do que nos três meses anteriores – o<a href="https://exame.abril.com.br/negocios/noticias/com-crise-e-real-barato-pais-tera-mais-aquisicoes-em-2016" target="_blank"> avanço passou de 48,6%</a> para 7,4%.</p>
<p>Nas outras três regiões (América do Norte, Ásia-Pacífico, e EMEA – que abrange Europa, Oriente Médio e África), ao contrário, foi observada aceleração do aumento de fusões e aquisições.</p>
<p><strong>Visão global</strong></p>
<p>A Intralinks estima que as <strong>operações de compra e fusão devem crescer 8% em todo o mundo</strong> no segundo trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2015. Os setores de maior consolidação devem ser os de consumo, telecomunicações, saúde, indústria, imobiliário e energia.</p>
<p>Já os segmentos de <strong>alta tecnologia, varejo, materiais e mídia e entretenimento devem apresentar redução</strong>.</p>
<p><strong>Europa, África e Oriente Médio</strong></p>
<p>Na EMEA, os acordos devem principalmente na Zona do Euro, devido à recuperação das economias dos países que compõem a área e das medidas de flexibilização quantitativa por parte do Banco Central Europeu.</p>
<p>Já na África e Oriente Médio, as atividades devem desacelerar por conta da queda da demanda chinesa por commodities, dos preços baixos do petróleo e da instabilidade política.</p>
<p>Em toda a região, as transações em estágio inicial aumentaram 11% no quarto trimestre de 2015. No trimestre anterior, o crescimento foi de 10,4%.</p>
<p><strong>América do Norte</strong></p>
<p>Para a América do Norte, não é esperado um aumento modesto das fusões e aquisições, um reflexo da política cautelosa do FED (o Banco Central do EUA) quanto a novos aumentos da taxa de juros neste ano.</p>
<p>O crescimento estável da economia do país, os menores custos de matérias-primas e energia, os baixos preços do petróleo e o dólar valorizado também devem pesar.</p>
<p>Na região, as operações em estágio inicial cresceram 5,4% de outubro a dezembro do ano passado, após declínio de 3,2% no terceiro trimestre.</p>
<p><strong>Ásia-Pacífico</strong></p>
<p>Já na Ásia-Pacífico, a movimentação será influenciada pelos eventos de mercado da China, que influenciarão todo o resto do mundo. As fusões e aquisições devem aumentar no Japão e no sudeste da Ásia e diminuir no norte e sul do continente e também na Austrália.</p>
<p>Os acordos em estágio inicial nessa região cresceram 9,8% no quarto trimestre de 2015, em comparação a um avanço de apenas 1,8% no trimestre anterior.</p>
<p><strong>O cálculo</strong></p>
<p>Desde 2008, <strong>a Intralinks divulga o Deal Flow Perdictor</strong> (previsor de fluxo de negociações, em tradução livre).</p>
<p>Por meio da coleta dados do mercado, ela<strong> monitora transações que estão chegando à fase de duo dilligence</strong> – na qual uma companhia investiga informações sobre possíveis parceiras, antes de fazer uma proposta para comprar ou se fundir a elas.</p>
<p><strong>A partir daí, não é possível prever</strong> os negócios que terão anúncio público dentro dos próximos seis meses, <strong>com índice de precisão de 95%</strong>.</p>
<p><cite><a title=" Exame " href=" https://exame.abril.com.br/negocios/noticias/gracas-ao-mexico-fusoes-e-aquisicoes-devem-crescer-na-al " target="_blank" rel="nofollow">Site Exame.com </a></cite></p>
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