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	<title>Arquivos Investimento em Empresas - Target Advisor: Assessoria Financeira Fazendo Negócios</title>
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	<description>Grandes o bastante para fecharmos negócios bilionários. Pequenos o suficiente para nos importarmos com você.</description>
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		<title>Fundos mantêm suas apostas para 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dоuglas Carvalho Jr.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2016 20:50:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fundos de Private Equity]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento em Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Previsão Para Empresas em 2016]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>RIO DE JANEIRO &#8211; A crise econômica, que vem assustando o País inteiro, pode passar ao largo de empresas inovadoras e de tecnologia,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>RIO DE JANEIRO &#8211; <strong>A crise econômica, que vem assustando o País inteiro</strong>, <strong>pode passar ao largo de empresas inovadoras e de tecnologia</strong>, que continuarão recebendo aportes dos fundos de investimentos neste ano.</p>
<p>Essas empresas, geralmente <strong>startups ou de negócios tradicionais, mas com forte apoio tecnológico, vêm sendo incorporadas ao portfólio de vários fundos de private equity e venture capital,</strong> voltados em grande parte para as pequenas e médias, confiantes no bom desempenho que poderão ter em 2016.</p>
<p>O <strong>otimismo com a possibilidade de resultados positivos neste ano também já se instalou entre os gestores dos fundos,</strong> que esperam repetir o desempenho do ano passado. &#8220;Na minha opinião, 2016 será um excelente ano para se investir e tenho ouvido isso de vários investidores com quem converso&#8221;, afirma Newton Campos, professor do Centro de Estudos em Private Equity e Venture Capital da Fundação Getulio Vargas (GVcepe). Segundo ele, há boas condições para que isso ocorra.</p>
<p><strong>Os recursos para investimentos neste ano, já em carteira dos fundos, foram captados ao longo dos últimos anos, o que ainda garante um bom fôlego para 2016.</strong> Além disso, afirma Campos, os ativos brasileiros estão muito baratos, o que vem despertando o interesse dos investidores, principalmente dos que patrocinam fundos em moeda estrangeira.</p>
<p>Newton Campos ressalta ainda que <strong>os investimentos em melhorias nas startups e empresas de tecnologia estão também muito mais baratos, e quem comprar esses ativos, diz ele, certamente terá grandes possibilidades de conseguir negociar bons contratos</strong>, o que pode estimular novos aportes.</p>
<p><strong>Já nos negócios tradicionais</strong>, <strong>que têm um crescimento mais lento</strong>, afirma Campos, <strong>será preciso buscar alternativas na inovação para enfrentar 2016.</strong> &#8220;Será necessário fazer mais com menos. Essas ferramentas certamente trarão muitas oportunidades, mas vão eliminar muitos empregos. Porém, para o empreendedorismo, será uma grande oportunidade&#8221;, afirma o professor.</p>
<p>A expectativa de um bom desempenho neste ano entre os gestores, mesmo diante de indicadores tão sombrios, se justifica pelo que esses fundos assistiram no ano passado, quando <strong>algumas das empresas que receberam aportes dobraram de tamanho e não pararam de crescer.</strong></p>
<p><strong>A Zee Dog, que comercializa produtos para animais de estimação</strong> e contou com aporte da DXA Investments, faturava cerca de R$ 20 mil mensais em 2012, início da parceria com o fundo. Em 2015, a empresa teve um faturamento mensal em torno de R$ 3 milhões. <strong>A SambaAds</strong>, <strong>distribuidora de vídeos para sites na internet,</strong> recebeu R$ 3,5 milhões do fundo E-Bricks Ventures no início do ano passado e com o aporte conseguiu dobrar seu faturamento no período e espera ter este mesmo desempenho neste ano.</p>
<p>&#8220;Todas as empresas nas quais investimos apresentaram crescimento em 2015, embora tenha ocorrido uma retração da economia. Mas, não é claro, não deixamos de olhar os efeitos da crise, e sempre estamos procurando negócios que tenham a inovação como carro chefe&#8221;, ressalta Oscar Decotelli, CEO da DXA Investments, que tem sob sua gestão cerca de R$ 500 milhões. &#8220;Focamos nosso negócio em empresas com até R$ 5 milhões em Ebitda&#8221;, afirma ele.</p>
<p>&#8220;Parte do nosso DNA não é de inovação, tanto na própria DXA quanto nos negócios em que investimos. Numa comparação com o futebol, olhamos sempre onde a bola vai estar e nem sempre onde ela está no momento. Olhamos sempre para onde o mercado vai&#8221;, afirma Decotelli.</p>
<p>Formado no Brasil em 2012 e contando com 27 empresas em seu portfólio, todas atuando no setor da internet, o<strong> Redpoint</strong> tem sob sua gestão US$ 130 milhões, que foram sendo usados ao longo desses anos. Segundo Manoel Lemos, um dos sócios da empresa, os investimentos são em startups que operam na internet e que têm a capacidade de apresentar novos modelos de negócio ou fazem algo já existente, mas de forma mais eficiente. &#8220;<strong>O Redpoint tem como princípio entrar nas empresas quando elas estão fazendo sua primeira captação e se torna sócio participando com cerca de 25% a 30% do capital</strong>&#8220;, afirma ele.</p>
<p>Lemos destaca ainda que <strong>o fundo tem uma boa reserva para investir</strong> neste ano e espera que os resultados sejam iguais ou próximos dos de 2015, quando todas as empresas do portfólio apresentaram crescimento. &#8220;São empresas inovadoras e, por isso, ainda têm muito espaço para crescer&#8221;, diz ele, destacando que o e-commerce no ano passado cresceu 15%, mesmo sendo um negócio que pode sentir algum impacto da crise econômica.</p>
<p>Maurício Athayde</p>
<p><cite><a title=" DCI " href=" https://www.dci.com.br/especial/fundos-mantem-suas-apostas-para-2016-id524764.html " target="_blank" rel="nofollow">Site DCI </a></cite></p>
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		<title>CRS Investments levanta fundo de US$ 200 mi para investir em empresas endividadas</title>
		<link>https://targetadvisor.com.br/crs-investments-levanta-fundo-de-us-200-mi-para-investir-em-empresas-endividadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dоuglas Carvalho Jr.]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2015 11:38:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CRS Investments]]></category>
		<category><![CDATA[Fundos de Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento em Empresas]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A CRS Investments</strong>, uma recém-fundada firma brasileira, <strong>está levantando um fundo de US$ 200 milhões </strong>para investir em empresas altamente endividadas no Brasil em meio ao aumento dos processos de recuperação judicial.</p>
<p><strong>Os alvos serão empresas com receita anual entre R$ 300 milhões e R$ 1 bilhão &#8220;que possuem bons produtos, marcas conhecidas, mas estrutura de capital e gestão ruins&#8221;</strong>, disse Salvatore Milanese, sócio da CRS, que tem sede em São Paulo, em entrevista.</p>
<p><strong>&#8220;Será como um fundo de private-equity </strong>que trará crédito a uma empresa que está em uma situação especial, se tornará acionista controlador, gerenciará a empresa e ajudará a empresa a se recuperar&#8221;, disse Milanese, que anteriormente atuou como chefe de reestruturação de dívida e empréstimos inadimplentes da KPMG LLP no Brasil e na América Latina.</p>
<p>As potenciais situações de recuperação estão aumentando no Brasil, onde <strong>os pedidos de recuperação judicial atingiram um recorde em agosto pelo segundo mês consecutivo. </strong>O número de empresas que pediram proteção judicial contra os credores mais que duplicou no mês em relação a agosto do ano passado, para 139, segundo a provedora de dados de crédito Serasa Experian. O acumulado do ano até agosto chegou a 766, um incremento de quase 42 por cento em relação aos oito primeiros meses de 2014.</p>
<p>As perspectivas de melhoria se tornaram mais remotas na semana passada, quando a Standard Poor&#8217;s rebaixou a nota de crédito soberano do Brasil para o grau especulativo. A S&amp;P disse que poderia reduzir ainda mais a classificação do país em resposta à incapacidade do governo Dilma Rousseff de reforçar as contas públicas.</p>
<p><strong>A CRS está analisando empresas</strong> em setores como o sucroalcooleiro, de fertilizantes, call centers, de armazenamento e de bens de consumo, além das emissoras de cartões de crédito de marcas privadas, segundo Milanese, que disse que o objetivo não é manter os investimentos por cerca de sete anos e gerar retornos de pelo menos 25 por cento em dólares.</p>
<p>O fundo injetará créditos que podem ser convertidos em ações, disse Milanese.</p>
<p><strong>Canvas e Jive</strong></p>
<p>Outras empresas estão criando fundos para investir em créditos inadimplentes no Brasil. <strong>A Canvas Capital SA</strong>, empresa brasileira de gestão de ativos que tem o Credit Suisse Group AG como um dos sócios, <strong>planeja captar até R$ 500 milhões</strong> para a compra de empréstimos corporativos inadimplentes, segundo o presidente Antonio Quintella. A Canvas se chamava anteriormente Península Investimentos SA.</p>
<p><strong>A Jive Investments</strong>, maior compradora brasileira independente de dívida em atraso, <strong>criou um fundo de R$ 500 milhões para adquirir empréstimos corporativos inadimplentes e outras dívidas</strong>, incluindo hipotecas. E a Cerberus Capital Management LP, uma empresa de investimentos com cerca de US$ 25 bilhões sob gestão, disse em maio que está estudando sua primeira aquisição de ativos brasileiros.</p>
<p><strong>A CRS Investments</strong>, braço de investimentos da Pantalica Partners<strong>, já conta com um indivíduo como investidor líder do fundo</strong>, cujo nome Milanese preferiu não revelar. A empresa também investirá dinheiro de seus cinco sócios, disse ele. <strong>A CRS está buscando investidores locais e internacionais</strong>, principalmente fundos de hedge que se sentem confortáveis com os riscos dos ativos inadimplentes.</p>
<p>Entre esses riscos estão algumas decisões de crédito dos bancos brasileiros, segundo Milanese.</p>
<p>&#8220;Eles não diferenciam as empresas que merecem alívio da dívida daquelas que não merecem e, na maior parte do tempo, apertam todas elas igualmente e acabam destruindo valor e criando prejuízos desnecessários&#8221;, disse ele. <strong>&#8220;Investir em situações especiais no Brasil não não é fácil. Você realmente tem que ser cuidadoso, porque as empresas muitas vezes esperam demais para reestruturar, o que torna a recuperação impossível&#8221;.</strong></p>
<p><cite><a href=" https://economia.uol.com.br/noticias/bloomberg/2015/09/17/crs-investments-levanta-fundo-de-us-200-mi-para-investir-em-empresas-endividadas.htm"target="_blank" rel="nofollow" title=" UOL"> Site UOL <a></cite></p>
<p>O post <a href="https://targetadvisor.com.br/crs-investments-levanta-fundo-de-us-200-mi-para-investir-em-empresas-endividadas/">CRS Investments levanta fundo de US$ 200 mi para investir em empresas endividadas</a> apareceu primeiro em <a href="https://targetadvisor.com.br">Target Advisor: Assessoria Financeira Fazendo Negócios</a>.</p>
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