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	<title>Arquivos Fórum Econômico Mundial - Target Advisor: Assessoria Financeira Fazendo Negócios</title>
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	<description>Grandes o bastante para fecharmos negócios bilionários. Pequenos o suficiente para nos importarmos com você.</description>
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		<title>Em Davos, &#8216;Brasil pela metade do preço&#8217; atrai interesse de investidor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dоuglas Carvalho Jr.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2016 19:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desvalorização da Moeda]]></category>
		<category><![CDATA[Economia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Econômico Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Fusões e Aquisições]]></category>
		<category><![CDATA[Investidores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando estava no carro em direção a Davos, o empresário americano George Logothetis recebeu um telefonema do diretor de seu Libra Group...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-7217" src="https://targetadvisor.com.br/wp-content/uploads/2016/01/forum-economico-mundial4.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://targetadvisor.com.br/wp-content/uploads/2016/01/forum-economico-mundial4.jpg 150w, https://targetadvisor.com.br/wp-content/uploads/2016/01/forum-economico-mundial4-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Quando estava no carro em direção a <strong>Davos</strong>, o empresário americano George Logothetis recebeu um telefonema do <strong>diretor de seu Libra Group</strong> no Brasil. Ele informava que tinha <strong>fechado enfim o acordo para construir um hotel numa das principais capitais do país</strong> por US$ 24 milhões. &#8220;É o projeto que custava US$ 55 milhões três anos atrás?&#8221;, indagou o empresário. O funcionário confirmou, explicando que o Brasil estava agora pela metade do preço.</p>
<p><strong>Em Davos, à margem do Fórum Econômico Mundial,</strong> o encontro anual da elite econômica e política do planeta, a percepção George Logothetis, do grupo Libra:</p>
<p>&#8220;<strong>O investimento em dólar ficou baixo e estamos olhando mais negócios no Brasil&#8217;</strong>&#8216; comum foi de <strong>um Brasil barato, devido à enorme desvalorização do real, e com um dos maiores leques de oportunidades entre os emergentes</strong>. &#8220;O investimento em dólar ficou baixo e estamos olhando mais negócios no Brasil&#8221;, disse Logothetis ao Valor. Seu grupo, controlado pela família, de origem grega, tem interesse em transporte marítimo, aviação, hotéis e energia. No Brasil, tem projeto de US$ 300 milhões para construção de dez hotéis com seu parceiro Hyatt, três deles em construção. O grupo quer entrar na área de energia solar, &#8220;perseverando&#8221; depois de não ter conseguido ganhar leilões.</p>
<p>Como Logothetis, há os que querem acelerar, como uma empresa indiana que se prepara para comprar uma fábrica de insumos agrícolas, e outros que esperam o real se desvalorizar mais. &#8220;Os primeiros [na corrida] são os fundos de private equity, que têm sócios locais para buscar empresas baratas no Brasil&#8221;, afirma Ricardo Villela Marino, vice-presidente do Itaú Unibanco, afirmando que toda crise gera oportunidade.</p>
<p>O<strong> empresário mexicano Alejandro Ramirez, presidente da Cinepolis</strong>, uma das maiores companhias de salas de cinema do mundo, diz estar atento à expansão no Brasil, onde já tem 320 salas. E observa: &#8221;O câmbio está tão favorável que estou achando que paguei caro no passado pelo negócio lá no Brasil&#8221;.</p>
<p>Também Randall Stephenson, presidente global da AT&amp;T, maior empresa de telefonia dos Estados Unidos, lamentou, em rodas de empresários, que seu ativo no Brasil tenha perdido valor rapidamente. AT&amp;T comprou a DirecTV por US$ 49 bilhões, no ano passado, e entrou na DirecTV Latin America, controladora da Sky, a segunda maior rede de TV paga do Brasil, que agora pesa menos no balanço da companhia americana.</p>
<p>Para Octávio de Barros, economista-chefe do Bradesco, o Brasil também atrai, apesar das incertezas do momento, porque, depois da China, não é o emergente que tem a maior de diversificação setorial. &#8220;Isso estimula o investimento estratégico de médio e longo prazo&#8221;, disse.</p>
<p><strong>Ele nota que as fusões e aquisições têm sido a área &#8220;mais vibrante&#8221; no Brasil nos últimos tempos</strong>. É algo que surpreendeu Martin Sorrell, presidente-executivo da WPP, e o levou a indagar ao ministro da Fazenda, Nelson Barbosa se o governo estava preocupado com uma mudança de atitude de empresários brasileiros, de zelosos de sua independência a dispostos, agora, a vender o negócio. A própria WPP comprou na semana passada o Grupo Máquina, quarta maior empresa de relações públicas do Brasil.</p>
<p>&#8220;Esse <strong>é o lado positivo do câmbio atual, que torna os ativos mais atraentes e incentiva os investimentos externos</strong>&#8220;, respondeu Barbosa. Segundo o ministro, há espaço tanto para brasileiros como para estrangeiros. &#8220;O Brasil tem tradição de tratar bem os investimentos externos. Estamos trabalhando para gerar mais oportunidades de investimentos, não é o que precisamos.</p>
<p>&#8221; Nesse cenário, <strong>o departamento econômico do Bradesco prevê entrada</strong> de US$ 50 bilhões de Investimento Estrangeiro Direto (IED) este ano, ante US$ 58 bilhões em 2015. Será muito mais que suficiente para financiar o déficit externo, que o banco projeta em US$ 8 bilhões (0,5% do PIB). O Bradesco utiliza metodologia diferente (BPM5) da usada pelo Banco Central (BPM6), por considerar que não é a única aceitável para analisar fluxos.<br />
<strong>Fonte: Valor Econômico</strong></p>
<p><cite><a title=" Sinicon " href="https://www.sinicon.org.br/files/Clipping-SINICON-de-25-de-janeiro-de-2016.pdf " target="_blank" rel="nofollow">Site Sinicon.org </a></cite></p>
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