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	<title>Arquivos China - Target Advisor: Assessoria Financeira Fazendo Negócios</title>
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	<description>Grandes o bastante para fecharmos negócios bilionários. Pequenos o suficiente para nos importarmos com você.</description>
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		<title>Fusões e aquisições disparam no país – e a China se destaca</title>
		<link>https://targetadvisor.com.br/fusoes-e-aquisicoes-disparam-no-pais-e-a-china-se-destaca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dоuglas Carvalho Jr.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2016 17:50:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Economia no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Fusões e Aquisições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o real barato e as empresas precisando de recursos para se capitalizar, 2015 foi marcado pelos grandes negócios. A compra e...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://targetadvisor.com.br/wp-content/uploads/2016/01/china-eua-150x112.jpg" alt="" width="150" height="112" class="alignleft size-thumbnail wp-image-7045" />Com o <strong>real barato e as empresas precisando de recursos para se capitalizar, 2015 foi marcado pelos grandes negócios</strong>.</p>
<p>A compra e venda de ativos ou participações societárias <strong>movimentou 241,6 bilhões de reais, 53% mais do que no anterior</strong>. Em termos de números de transações, porém, o avanço foi bem mais modesto, de apenas 4%, com 1071 acordos anunciados, segundo dados inéditos da Transational Track Record em parceria com o Merrill Data Site.</p>
<p>Entre as transações capitaneadas por estrangeiros, <strong>Estados Unidos, antes líder isolado, agora divide o pódio com a China.</strong></p>
<p><strong>Os americanos compraram 18,9 bilhões de reais em ativos no país em 95 negócios</strong>, enquanto <strong>os chineses gastaram 18,1 bilhões de reais em oito transações. </strong>O número foi impulsionado pela compra de duas hidrelétricas por 13,8 bilhões de reais em novembro, pela China Three Gorges.</p>
<p><cite><a href="https://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/economia/fusoes-e-aquisicoes-disparam-no-pais-e-a-china-se-destaca/ "target="_blank" rel="nofollow" title=" Veja ">Site Veja.com </a></cite></p>
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		<title>Brasil e China são deixados de fora de boom global de fusões</title>
		<link>https://targetadvisor.com.br/brasil-e-china-sao-deixados-de-fora-de-boom-global-de-fusoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dоuglas Carvalho Jr.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2015 19:56:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Fusões e Aquisições]]></category>
		<category><![CDATA[Países Emergentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São Paulo &#8211; Em um ano de potencialmente recorde global de realização de negócios, os executivos estão esnobando a compra de empresas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo &#8211; <strong>Em um ano de potencialmente recorde global de realização de negócios, os executivos estão esnobando a compra de empresas da</strong> <a href="https://www.exame.com.br/topicos/china"><strong>China</strong></a>, <strong>do Brasil e de outros mercados emergentes.</strong></p>
<p>As culpadas são as incertezas geopolíticas, a volatilidade do mercado e do câmbio e a queda dos preços das commodities.</p>
<p><strong>Os negócios para a compra de empresas nos mercados emergentes caminham para o nível mais baixo desde 2009</strong> &#8212; em um momento em que o montante em dólar das transações globais, neste ano, está prestes a superar os US$ 4,2 trilhões alcançados em 2007, segundo dados compilados pela Bloomberg.</p>
<p>“As pessoas estão realmente preocupadas com a instabilidade nos mercados emergentes e voltando seus olhos às economias consolidadas”, disse David Avery-Gee, sócio corporativo do escritório de advocacia Linklaters, em Londres.</p>
<p>“<strong>Pela primeira vez em muitos anos, as empresas ocidentais estão pensando duas vezes antes de se expandirem para os mercados emergentes por meio de fusões e aquisições</strong>”.</p>
<p>Após darem um salto no ano passado, as aquisições nos países em desenvolvimento estão em baixa de quase 10 % em 2015, segundo os dados.</p>
<p>Como contraste, mais de 70 % dos US$ 3,5 trilhões em negócios anunciados neste ano envolvem um comprador ou um alvo com sede na América do Norte, na Europa Ocidental e nas economias desenvolvidas da Ásia, mostram os dados, um aumento de 34 % em relação ao ano passado.</p>
<p><strong>Perspectivas de crescimento</strong></p>
<p>No Brasil, onde os economistas preveem que a crise econômica se transformará na recessão mais longa do país desde a Grande Depressão, os negócios de entrada estão em baixa de 27 % na comparação ano a ano.</p>
<p>Além disso, houve apenas uma oferta pública inicial no país, que levantou apenas US$ 229 milhões, o que contrasta com 2013, quando as empresas captaram mais de US$ 8 bilhões.</p>
<p>Os temores em relação à desaceleração na China sufocaram o interesse dos compradores no país. As aquisições provenientes de países desenvolvidos ficaram 17 % mais baixas, em US$ 9,8 bilhões, mostram dados da Bloomberg.</p>
<p>Um total avaliado em cerca de US$ 1,76 bilhão em IPOs foi cancelado ou adiado, mais do que o dobro do número do ano passado.</p>
<p>“As empresas que investem na China estão sendo desafiadas pelos acionistas preocupados com as perspectivas de crescimento do país”, disse Sophie Javary, chefe de finança corporativa para Europa, Oriente Médio e África no BNP Paribas.</p>
<p>Os negócios concretizados nos mercados emergentes são, algumas vezes, impulsionados por taxas cambiais favoráveis que se traduzem em um preço de compra mais baixo.</p>
<p>Em março, a British American Tobacco apresentou oferta de cerca de US$ 3,5 bilhões pela participação que ainda não possui na Souza Cruz, a maior fabricante de cigarros do Brasil, tirando vantagem da desvalorização do real para se expandir na América Latina.</p>
<p>E algumas empresas ainda estão dispostas a assumir o risco em economias menos estáveis, conforme mostrado pela aquisição de US$ 107 bilhões da cervejaria SABMiller pela Anheuser-Busch InBev. A cervejaria belga poderia tirar proveito do acesso aos mercados emergentes na América Latina e na África, onde seu alvo obtém cerca de 80 % de sua receita.</p>
<p><strong>Olhando para fora</strong></p>
<p>Enquanto isso, algumas empresas com sede em mercados emergentes não estão paradas esperando comprador. Elas estão começando a procurar fora para expandir-se em economias mais estáveis e desenvolvidas.</p>
<p>A estatal China National Chemical está negociando a compra da fabricante de pesticidas suíça Syngenta, disseram fontes informadas sobre o assunto na semana passada. Se o negócio for adiante, será a maior aquisição chinesa da história &#8212; e dará ao país uma posição importante na indústria agrícola global.</p>
<p>Em março, a Hutchison Whampoa de Li Ka-shing fechou acordo para aquisição da O2, uma unidade da Telefónica, criando a maior operadora de telefonia celular da britânica em número de clientes, um marco nos esforços do bilionário para reconstrução do conglomerado de Hong Kong.</p>
<p>“As empresas chinesas estão sendo particularmente agressivas na compra de ativos europeus com presença na China”, disse Javary, citando negócios como a aquisição de uma participação na fabricante de pneus italiana Pirelli pela ChemChina por 7,1 bilhões de euros (US$ 7,6 bilhões).</p>
<p><cite><a href="https://exame.abril.com.br/economia/noticias/brasil-e-china-sao-deixados-de-fora-de-boom-global-de-fusoes "target="_blank" rel="nofollow" title=" Exame ">Site Exame.com  </a></cite></p>
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		<title>Startups do Vale do Silício não são as únicas a captar bilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dоuglas Carvalho Jr.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2015 19:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ásia]]></category>
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		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(Bloomberg) &#8211; As empresas de capital de risco da Ásia estão começando a fazer frente às da América do Norte, lar do...</p>
<p>O post <a href="https://targetadvisor.com.br/startups-do-vale-do-silicio-nao-sao-as-unicas-a-captar-bilhoes/">Startups do Vale do Silício não são as únicas a captar bilhões</a> apareceu primeiro em <a href="https://targetadvisor.com.br">Target Advisor: Assessoria Financeira Fazendo Negócios</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://targetadvisor.com.br/wp-content/uploads/2015/10/startups-150x94.jpg" alt="startups" width="150" height="94" class="alignleft size-thumbnail wp-image-5215" />(Bloomberg) <strong>&#8211; As empresas de capital de risco da Ásia estão começando a fazer frente às da América do Norte, lar do Vale do Silício</strong> e lugar onde o modelo moderno de capital de risco nasceu.</p>
<p>Os investimentos <strong>na China e na Índia</strong>, onde a maioria das grandes transações está ocorrendo, <strong>mais que triplicaram durante o terceiro trimestre</strong>, para US$ 16,9 bilhões, pouco menos que os US$ 17,5 bilhões investidos na América do Norte até o dia 1º de outubro, de acordo com a Preqin Ltd., empresa de consultoria com sede em Londres. O valor não inclui as transações de risco em países como o Japão, o que significa que o total da Ásia não é maior. Nove dos dez maiores investimentos de risco foram feitos na região, incluindo outras rodadas de financiamento do serviço chinês de transporte solicitado Didi Kuaidi, que totalizou US$ 3 bilhões.</p>
<p><strong>O dinheiro que está fluindo para Pequim e Bangalore demonstra que está crescendo a concorrência para o Vale do Silício</strong>, que vinha dominando o setor de tecnologia com empresas como Fairchild Semiconductor International Inc., Hewlett-Packard Co., Apple Inc., Googlo Inc. e Facebook Inc. A maior abertura de capital já realizada foi a da chinesa Alibaba Group Holding Ltd., no ano passado. Os investidores de risco em busca de sucessos semelhantes levaram o número de transações na China neste ano para 1.016, mais que o total de 2014 inteiro.</p>
<p>&#8220;Estou muito otimista quanto às oportunidades a longo prazo&#8221;, disse Kai-Fu Lee, fundador da empresa de investimento inicial Innovation Works em Pequim. &#8220;As oportunidades foram impulsionadas pelo aumento de usuários de tecnologias móveis e pela propagação dos serviços móveis de pagamento, que ajudam tanto empresas como consumidores&#8221;.</p>
<p><strong>O total de investimento de capital de risco na China e na Índia nos nove primeiros meses do ano foi de US$ 36,2 bilhões</strong>, em comparação com os US$ 19,9 bilhões somados em todo o ano passado. A China foi responsável por US$ 28,6 bilhões do financiamento, e a Índia, pelo restante. Os investimentos de risco na América do Norte totalizaram US$ 53,5 bilhões durante os três primeiros trimestres.</p>
<p><strong>China</strong></p>
<p>A companhia chinesa de <strong>entrega de alimentos ele.me captou US$ 630 milhões</strong>, com <strong>financiamento de investidores como a Sequoia Capital e a Gopher Asset Management</strong>. A Didi Kuaidi atraiu fundos da SoftBank Group Corp., da Ping An Insurance (Group) Co. e da China Investment Corp., disseram pessoas familiarizadas com o assunto.</p>
<p>Isso está ocorrendo apesar da montanha de números sombrios vindos da China. Prevê-se que a economia do país crescerá neste ano ao ritmo mais lento em 25 anos, e o mercado acionário chinês perdeu US$ 5 trilhões em valor desde o pico registrado no dia 12 de junho.</p>
<p>&#8220;O capital de risco tem um horizonte de investimento bastante amplo, então, por definição, ele não está vinculado aos mercados públicos&#8221;, disse Ee Fai Kam, gerente da Preqin, em mensagem enviada por e-mail. &#8220;Portanto, o crescimento do apetite e do número de oportunidades nos últimos anos não foi muito afetado pela turbulência recente&#8221;.</p>
<p><strong>Índia</strong></p>
<p>A Índia também teve um crescimento forte. <strong>Empresas no país já captaram US$ 13 bilhões</strong> no que vai do ano, quase a mesma quantidade que em todo o ano passado. A Flipkart, um player do comércio eletrônico semelhante à Alibaba, recebeu mais de US$ 2 bilhões desde julho de 2014 de investidores como a Tiger Global Management e a Accel Partners.</p>
<p><strong>Quanto às empresas de capital de risco que estão atraindo dinheiro dos investidores, mais dinheiro está sendo captado para a Ásia</strong>, porém a um ritmo mais lento que no ano passado. Os fundos dedicados à China obtiveram US$ 1,6 bilhão até o momento do ano, em comparação com o ritmo do ano passado, quando US$ 6,8 bilhões foram captados para o mercado, de acordo com dados da Preqin.</p>
<p>&#8220;O Vale do Silício continua sendo líder mundial em inovação&#8221;, disse Lee. &#8220;A China ainda precisa provar que pode criar a próxima Googlo. Mas estou otimista&#8221;.</p>
<p><cite><a href=" https://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/economia/2015/10/19/startups-do-vale-do-silicio-nao-sao-as-unicas-a-captar-bilhoes.htm  "target="_blank" rel="nofollow" title=" BOL  "> Site BOL Notícias  <a></cite></p>
<p>O post <a href="https://targetadvisor.com.br/startups-do-vale-do-silicio-nao-sao-as-unicas-a-captar-bilhoes/">Startups do Vale do Silício não são as únicas a captar bilhões</a> apareceu primeiro em <a href="https://targetadvisor.com.br">Target Advisor: Assessoria Financeira Fazendo Negócios</a>.</p>
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