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	<title>Arquivos Ásia - Target Advisor: Assessoria Financeira Fazendo Negócios</title>
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	<description>Grandes o bastante para fecharmos negócios bilionários. Pequenos o suficiente para nos importarmos com você.</description>
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		<title>Startups do Vale do Silício não são as únicas a captar bilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dоuglas Carvalho Jr.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2015 19:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(Bloomberg) &#8211; As empresas de capital de risco da Ásia estão começando a fazer frente às da América do Norte, lar do...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://targetadvisor.com.br/wp-content/uploads/2015/10/startups-150x94.jpg" alt="startups" width="150" height="94" class="alignleft size-thumbnail wp-image-5215" />(Bloomberg) <strong>&#8211; As empresas de capital de risco da Ásia estão começando a fazer frente às da América do Norte, lar do Vale do Silício</strong> e lugar onde o modelo moderno de capital de risco nasceu.</p>
<p>Os investimentos <strong>na China e na Índia</strong>, onde a maioria das grandes transações está ocorrendo, <strong>mais que triplicaram durante o terceiro trimestre</strong>, para US$ 16,9 bilhões, pouco menos que os US$ 17,5 bilhões investidos na América do Norte até o dia 1º de outubro, de acordo com a Preqin Ltd., empresa de consultoria com sede em Londres. O valor não inclui as transações de risco em países como o Japão, o que significa que o total da Ásia não é maior. Nove dos dez maiores investimentos de risco foram feitos na região, incluindo outras rodadas de financiamento do serviço chinês de transporte solicitado Didi Kuaidi, que totalizou US$ 3 bilhões.</p>
<p><strong>O dinheiro que está fluindo para Pequim e Bangalore demonstra que está crescendo a concorrência para o Vale do Silício</strong>, que vinha dominando o setor de tecnologia com empresas como Fairchild Semiconductor International Inc., Hewlett-Packard Co., Apple Inc., Googlo Inc. e Facebook Inc. A maior abertura de capital já realizada foi a da chinesa Alibaba Group Holding Ltd., no ano passado. Os investidores de risco em busca de sucessos semelhantes levaram o número de transações na China neste ano para 1.016, mais que o total de 2014 inteiro.</p>
<p>&#8220;Estou muito otimista quanto às oportunidades a longo prazo&#8221;, disse Kai-Fu Lee, fundador da empresa de investimento inicial Innovation Works em Pequim. &#8220;As oportunidades foram impulsionadas pelo aumento de usuários de tecnologias móveis e pela propagação dos serviços móveis de pagamento, que ajudam tanto empresas como consumidores&#8221;.</p>
<p><strong>O total de investimento de capital de risco na China e na Índia nos nove primeiros meses do ano foi de US$ 36,2 bilhões</strong>, em comparação com os US$ 19,9 bilhões somados em todo o ano passado. A China foi responsável por US$ 28,6 bilhões do financiamento, e a Índia, pelo restante. Os investimentos de risco na América do Norte totalizaram US$ 53,5 bilhões durante os três primeiros trimestres.</p>
<p><strong>China</strong></p>
<p>A companhia chinesa de <strong>entrega de alimentos ele.me captou US$ 630 milhões</strong>, com <strong>financiamento de investidores como a Sequoia Capital e a Gopher Asset Management</strong>. A Didi Kuaidi atraiu fundos da SoftBank Group Corp., da Ping An Insurance (Group) Co. e da China Investment Corp., disseram pessoas familiarizadas com o assunto.</p>
<p>Isso está ocorrendo apesar da montanha de números sombrios vindos da China. Prevê-se que a economia do país crescerá neste ano ao ritmo mais lento em 25 anos, e o mercado acionário chinês perdeu US$ 5 trilhões em valor desde o pico registrado no dia 12 de junho.</p>
<p>&#8220;O capital de risco tem um horizonte de investimento bastante amplo, então, por definição, ele não está vinculado aos mercados públicos&#8221;, disse Ee Fai Kam, gerente da Preqin, em mensagem enviada por e-mail. &#8220;Portanto, o crescimento do apetite e do número de oportunidades nos últimos anos não foi muito afetado pela turbulência recente&#8221;.</p>
<p><strong>Índia</strong></p>
<p>A Índia também teve um crescimento forte. <strong>Empresas no país já captaram US$ 13 bilhões</strong> no que vai do ano, quase a mesma quantidade que em todo o ano passado. A Flipkart, um player do comércio eletrônico semelhante à Alibaba, recebeu mais de US$ 2 bilhões desde julho de 2014 de investidores como a Tiger Global Management e a Accel Partners.</p>
<p><strong>Quanto às empresas de capital de risco que estão atraindo dinheiro dos investidores, mais dinheiro está sendo captado para a Ásia</strong>, porém a um ritmo mais lento que no ano passado. Os fundos dedicados à China obtiveram US$ 1,6 bilhão até o momento do ano, em comparação com o ritmo do ano passado, quando US$ 6,8 bilhões foram captados para o mercado, de acordo com dados da Preqin.</p>
<p>&#8220;O Vale do Silício continua sendo líder mundial em inovação&#8221;, disse Lee. &#8220;A China ainda precisa provar que pode criar a próxima Googlo. Mas estou otimista&#8221;.</p>
<p><cite><a href=" https://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/economia/2015/10/19/startups-do-vale-do-silicio-nao-sao-as-unicas-a-captar-bilhoes.htm  "target="_blank" rel="nofollow" title=" BOL  "> Site BOL Notícias  <a></cite></p>
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